sexta-feira, 2 de abril de 2010

FADAS

FADAS


Fadas!



Fadas


FADAS!





          Fênix













As nossas paixões são verdadeiras fénixes. Quando a mais antiga arde, renasce uma nova das cinzas da primeira.

quinta-feira, 1 de abril de 2010


Não é só a Fénix que tem a capacidade de renascer das próprias cinzas!



Poder-se-à dizer que há uma Fénix dentro de cada um de nós!


Há alturas em que precisamos de renascer para a vida!


Penso que será desta sem dúvida...
COMO A AVE FÊNIX,DEVEMOS SEMPRE SABER RECOMEÇAR ,TENDO A CERTEZA DE QUE PODEMOS NOS LEVANTAR SEMPRE...A VIDA TEM ALTOS E BAIXOS, CABE A NÓS TOMARMOS A DECISÃO ,DEIXAR-NOS SE ABATER OU LEVANTAR-SE E DIZER A SI MESMO: EU POSSO!!
Por que a Fênix?



Por que ela renasce das próprias cinzas. Porque ela, não tem medo de voltar do zero, como um ovo, um filhote e aprender tudo de novo, e viver tudo de novo. A Fênix, ao sentir que a morte se aproxima, se concentra, e se implode, nascendo de suas cinzas o seu novo ovo, de onde ela renasce, jovem, pronta para aprender tudo novamente e se encantar com as maravilhas do mundo.


Por isso eu quero, que em 2010 você seja como a ave de fogo. Não tenha medo de começar do zero, não tenha medo da morte, da distância ou da solidão. Tenha sempre a certeza de que, um novo ano, uma nova jornada, um novo desafio e, portanto, NOVAS OPORTUNIDADES estão chegando!!


Viva 2010 como se fosse o último ano. Comece do ZERO. VÁ ATÉ O SEU LIMITE. Supere-o, comemore, viva cada momento único e DESAFIE-SE constantemente. ESSE É O CICLO DA VIDA!! Nada menos do que a vitória nos aguarda!!


Que venha 2010, com todas as suas dificuldades, que não serão poucas, mas que serão vencidas por gente incomodada, por gente determinada e por quem não tem medo de virar cinzas, e descobrir um novo mundo.


Fênix
Seiva suave...

aromática e quente
como a gota invadindo.


A alma...
como chuva descendo
pelas ladeiras do corpo


...ah! e então dormitar
na calma da madrugada
e envolver-me no sonho
de teu sorriso,
como Fênix que perde-se
em seu vôo.
Sim, meu amor perene,
tão incansável e bravo.
Meu sonho imperioso
tão premente em minha gota.


Meu vôo, meu fogo e meu ar.


Sou terra!
as matas colorem meu corpo,
minhas danças místicas são envolvidas,
pelo canto do pássaro mestre.




Sou solitária... não sou solidão,
sou apaixonada e viajo nas asas
da Fênix de emoção.
As asas do espírito

Da mesma forma como o deserto necessita de chuva, da mesma forma como uma criança necessita de um nome, da mesma forma como as rosas necessitam de água, o espírito humano necessita de cuidado e atenção.
Esta existência terrena é a infância da Eternidade.
Esta existência terrena, tal como a infância, é um período de deleite, e também de aprendizado.
Somos aprendizes neste mundo inferior, e a nossa lição pode ser resumida em três palavras: Purificar o coração.
O que é efêmero, e o que é Real?
Que coisas têm verdadeiro valor?
Sons e cores do mundo distraem os sentidos, e muitas vezes ofuscam aquilo que é Essencial.
Essencial é a ascendência, essencial é o aprimoramento interior.
Essencial é examinarmos o nosso coração, todas as noites, para verificar se tivemos lucros ou perdas no nosso capital espiritual.
Essencial é lembrarmos que a nossa passagem por aqui é finita, e que em breve seremos chamados a partir.
O nosso corpo físico assemelha-se a uma gaiola, e a nossa alma, a uma ave.
Chega o dia em que a Mãe Amorosa abre a porta da gaiola e diz para a ave do espírito:
“É chegada a tua hora, Voa…”
Conseguirá ela voar?
O que fará nesta hora a alma, recém-liberta da gaiola do corpo, no dia em que a gaiola do nosso corpo fenecer, estaremos aptos a voar com as asas do nosso espírito?
Devemos aproveitar os nossos dias, enquanto habitantes deste mundo inferior, para fortalecermos as asas do espírito, de modo que possamos, na hora da morte, alçar vôo rumo aos Reinos Eternos, rumo às Cidades Imortais.
As asas do espírito constituem-se das virtudes que cultivamos.
FÊNIX

A fênix é uma ave mítica repleta de penas vermelhas e douradas que emite raios de luz através de seu corpo. Segundo relata algumas lendas, como a que é contada por Ovídio, essa criatura teria nascido nas terras do Oriente e se alimentava com incenso, raízes cheirosas e óleos de bálsamo. Sendo muito comum na literatura greco-romana, essa criatura tem também sua representação registrada em diferentes bestiários do período medieval.


Diferente de tantos outros animais encontrados na natureza, a fênix tinha a incrível capacidade de se reproduzir sem a necessidade de um parceiro. De fato, a concepção de uma fênix acontecia no momento em que um exemplar se encontrava em seus últimos momentos de vida. A partir do corpo de sua mãe, uma nova fênix surgia com a capacidade de viver o mesmo tempo da genitora. Conforme relatos diversos, a fênix poderia viver por exatos quinhentos anos.


Tendo descrições bastante diversas, alguns escritores dizem que a jovem fênix, após adquirir certo vigor físico, realiza um ritual funerário em homenagem à sua mãe. Ela constrói um pesado ovo de mirra onde deposita os restos mortais de seu genitor. Depois disso, vai ao templo do Deus Sol, na cidade egípcia de Heliópolis, onde deposita o ovo por ela construído. Em geral, diversas culturas, tanto ocidentais como orientais, apresentam relato sobre este pássaro.

 
A lenda da fênix sobreviveu por diversos séculos, chegou a causar uma ligeira polêmica com respeito à sua real existência. No século XVII, o escritor Thomas Browne afirmou categoricamente que uma ave com tais características jamais existiu. Em contrapartida, poucos anos depois, Alexander Ross colocou em xeque esse veredicto ao sugerir que essa ave não poderia ser vista, pois sua vida reclusa fazia parte de seu próprio instinto de sobrevivência.



Para além dessas discussões sobre a veracidade da fênix, o seu relato permite a compreensão de valores bastante interessantes ao homem. O mais importante deles se refere à circularidade do tempo e o processo de renovação das coisas. No momento em que se prepara para a própria morte, a fênix demonstra claramente a limitude da existência. Em contrapartida, salienta a continuidade do mundo no momento em que só pode gerar uma nova vida mediante o fim da sua.


Por Rainer Sousa

Graduado em História

Equipe Brasil Escola


Lenda da Fênix



A fênix, o mais belo de todos os animais fabulosos, simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava. A impressão que a sua beleza e tristeza causava em outros animais, chegava a provocar a morte deles.


Segundo a lenda, apenas uma fênix podia viver de cada vez. Hesíodo, poeta grego do século VIII a.C., afirmou que esta ave vivia nove vezes o tempo de existência do corvo, que tem uma longa vida. Outros cálculos mencionaram até 97.200 anos.


Quando a ave sentia a morte aproximar-se, construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra em cujas chamas morria queimada. Mas das cinzas erguia-se então uma nova fênix, que colocava piedosamente os restos da sua progenitora num ovo de mirra e voava com eles à cidade egípicia de Heliópolis , onde os colocava no Altar do Sol. Dizia-se que estas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto. O devasso imperador romano Heliogábalo (204-222 d. C.) decidiu comer carne de fênix, a fim de conseguir a imortalidade. Comeu uma ave-do-paraíso, que lhe foi enviada em vez de uma fênix, mas foi assassinado pouco tempo depois.


Atualmente os estudiosos crêem que a lenda surgiu no Oriente e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como uma alegoria da morte e renascimento diários do astro-rei. Tal como todos os grandes mitos gregos, desperta consonâncias no mais íntimo do homem. Na arte cristã, a fênix renascida tornou-se um símbolo popular da ressurreição de Cristo.


Curiosamente, o seu nome pode dever-se a um equívoco de Heródoto, historiador grego do século V a.C.. Na sua descrição da ave, ele pode tê-la erroneamente designado por fênix (phoenix), a palmeira (phoinix em grego) sobre a qual a ave era nessa época representada.


A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.


Para os gregos, a fênix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fênix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.


Os egípcios a tinham por "Benu" e estava sempre relacionada a estrela "Sótis", ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.


Na China antiga a fênix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência. Na sua plumagem, brilham as cinco cores sagradas.Roxo, Azul, Vermelha, Branco e Dourado.


No ínicio da era Cristã esta ave fabulosa foi símbolo do renascimento e da ressurreição. Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida, em troca daquela que sacrificou pela humanidade.






By: Wikipédia